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Ações de pesquisa contam com apoio da Fundação Grupo O Boticário!
 

 

Pesquisadores do Projeto Meros do Brasil, com ao apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, retomaram uma nova fase das atividades de pesquisa no litoral do Paraná nos dias 18 e 19 de fevereiro 2017.

 

Com o início das atividades, os pesquisadores seguem com o monitoramento e avaliação das populações desta espécie ameaçada, por meio de um trabalho de marcação/recaptura e coleta de material biológico. Transmissores acústicos são instalados e possibilitam o monitoramento dos meros através de receptores instalados na região. 

 

 

O Projeto Meros do Brasil é realizado pelo Instituto Meros do Brasil, com o apoio de diversos parceiros ao longo da costa brasileira, comprometidos com a conservação marinha em nível global.

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Instituto Linha D’Água divulga o resultado do seu primeiro edital para Conservação de Tubarões e Raias.
 

Durante a IX Reunião da Sociedade Brasileira para estudos dos Elasmobrânquios – SBEEL, entre os dias 24 e 28 de abril de 2016 em Penedo (AL), o Instituto Linha D’Água lançou oficialmente seu primeiro edital: Conservação de Tubarões e Raias. Foram selecionados cinco projetos, que receberão ao todo, R$ 250 mil para atuar na sensibilização dos pescadores e da sociedade acerca da importância dos elasmobrânquios e de sua conservação para a integridade dos ecossistemas marinhos. O edital contou com recursos próprios do Instituto Linha D’Água e é a primeira chamada pública para fomento de projetos realizada pelo instituto.

Ao todo, foram submetidas 23 propostas de diferentes regiões do país. O maior número de projetos propostos veio da região Sul, destacando-se o estado de Santa Catarina com 5 propostas, onde a incidência de captura de elasmobrânquios é relativamente alta. Em seguida, destacam-se as regiões Sudeste e Nordeste, cada uma com 7 propostas submetidas. O estado com maior número de projetos enviados foi São Paulo, contabilizando 6 ao todo. 

O Instituto Meros do Brasil em parceria com a Universidade Federal de Alagoas aprovou o projeto "Conservação dos Elasmobrânquios ameaçados através de educação ambiental na APA costa dos corais e litoral de Alagoas, nordeste do Brasil".

 

Tubarão-lixa
Ginglymostoma cirratum Tubarão-lixa

 

A APA Costa dos Corais - APACC (maior unidade de conservação marinha do Brasil) possui municípios com um dos piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, não sendo coincidência a extinção local do peixe-serra, (Pristis pristis) nos ambientes estuarinos do estado e declínio acentuado de outras espécies de hábitos costeiros, como o tubarão-lixa (Ginglymostoma cirratum) e o panã (Sphyrna tiburo), outrora comuns na unidade de conservação. Considerando a urgência de melhorar o IDH e a importância da conservação de espécies ameaçadas de elasmobrânquios, a educação ambiental assume papel fundamental no desenvolvimento local e na conservação de tubarões e arraias. O presente projeto visa utilizar a educação ambiental para capacitar, conscientizar e sensibilizar comunidades nas regiões Norte, Central e Sul do litoral alagoano e APACC sobre a necessidade de conservar os ambientes e espécies ameaçadas de tubarões e arraias, tendo como público alvo escolas, operadoras de turismo e pescadores. As atividades se darão através de capacitação de professores, desenvolvimento de atividades didáticas, inclusive práticas, palestras, confecção e divulgação de material informativo sobre os elasmobrânquios.

 

O Projeto Meros do Brasil é realizado pelo Instituto Meros do Brasil, com o apoio de diversos parceiros ao longo da costa brasileira, comprometidos com a conservação marinha em nível global.

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Apesar de criada a pouco tempo, a área marinha de exclusão da “Piscina do Amor” já mostra seus primeiros sinais de recuperação em Maceió.
 

Recentemente biólogos do Gerenciamento Costeiro do Instituto de Meio Ambiente – IMA/AL e professores da Universidade Federal de Alagoas, Penedo -UFAL realizaram mergulhos na Piscina do Amor e constataram que, apesar de alguns sinais de degradação devido ao longo histórico de poluição, pesca e turismo excessivos e sem controle, além da influência das mudanças climáticas globais (elevada quantidade de algas, com corais branqueados e doentes), o número e o tamanho dos peixes observados na Piscina do Amor são maiores que nas áreas próximas dela (Ponta Verde e Piscinas naturais da Pajuçara).

A Piscina do Amor continua a demonstrar a grande importancia nas áreas marinhas protegidas, com efeitos diretos na geração de emprego e renda (para pescadores, jangadeiros e agencias de turismo locais) pois, os peixes criados nessa região, ao sairem naturalmente dessas áreas marinhas protegidas repovoam áreas próximas, beneficiando assim os pescadores, além de atrair turistas que buscam nos mergulhos a diversidade de suas cores e formas.

Os mergulhos de monitoramento e fiscalização que vem sendo realizados pelo IMA/AL revelaram grandes supresas. Três espécies ameaçadas de extinção foram observadas na Piscina do Amor: os pequenos Neon (Elacatinus figaro), o Grama brasileiro (Gramma brasiliensis) e o gigante Mero (Epinephelus itajara).


Elacatinus figaro, neon (foto: IMA/AL)

 

Gramma brasiliensis, grama (foto: Cláudio Sampaio)Gramma brasiliensis, grama (foto: IMA/AL)


O Neon é negro com uma faixa lateral amarela, pequenino, não ultrapassa 6 cm. Já o Grama brasileiro é extravagante, pois tem a cabeça roxa, corpo rosado e cauda amarela, não ultrapassando os 15 cm de comprimento e pesando poucas gramas. Estas espécies, por terem pequeno porte, só chamam atenção dos mergulhadores mais atentos, enquanto o Mero apresenta colorido discreto, esverdeado ao marrom, com manchas escuras espalhadas no corpo. Todavia seu grande porte é o que impressiona (pode alcançar mais de 2,5 m de comprimento e 450 kg de peso)! O Neon é também conhecido como peixe limpador, pois retira parasitas e tecido necrosado de peixes maiores, sendo responsável pela saúde de peixes, como o Mero.

As ameaças a esses e outros peixes são os mesmos problemas que notamos quando vamos à praia: Poluição e pesca não manejada. A primeira compromete a qualidade das areias e águas da principal área de lazer dos alagoanos e turistas, enquanto que a segunda inviabiliza (devido a raridade e o tamanho cada vez menor dos peixes e preços cada vez maiores) o consumo de pescado.

 


Epinephelus itajara, o mero (foto: IMA/AL)

Comuns nos recifes alagoanos, o Mero, o Neon e o Grama brasileiro foram pescados até a sua quase extinção dos recifes costeiros e piscinas naturais de todo o Brasil. A pesca não poupava nem mesmo os pequenos peixes, agravando ainda mais a situação. Sem peixes adultos para desovar e repovoar as áreas de pesca e turismo, o prejuizo só tendia a aumentar com o passar dos anos.

Para maior segurança dos peixes, o Mero foi foto-identificado (técnica que utiliza as marcas naturais, incuindo manchas de seu colorido, que não se repetem, semelhante a impressão digital dos humanos) e segue monitorado pelo IMA e UFAL, contando com a parceria do Instituto Meros do Brasil, formando por especialistas nesses peixes e em sua conservação no Brasil, que no litoral de Alagoas desenvole estudos voltados a sua conservação, utilizando a educação ambiental e a ampla divulgação da legislação.

 

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O Instituto do Meio Ambiente (IMA) entregou, nesta sexta-feira (20), o Troféu Alagoas Verde para pessoas e organizações que se destacaram em ações pela preservação ambiental no Estado de Alagoas. O evento aconteceu na Casa da Indústria, na capital alagoana e reuniu dezenas de gestores públicos, ambientalistas e jornalistas.
 
 
Em sua segunda edição, o evento premiou oito diferentes categorias, entre elas o acadêmico, recebido pelo Professor Cláudio Sampaio, responsável pelas ações do Projeto Meros do Brasil em Alagoas. O Professor Cláudio Sampaio está associado aos cursos de graduação em Engenharia de Pesca e Biologia UFAL, Unidade de Ensino Penedo e orienta alunos no Programa de Pós Graduação em Diversidade Biológica e Conservação nos Trópicos, do ICBS/UFAL.
 
Sampaio, ao receber o troféu das mãos do Secretário do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (SEMARH), Alexandre Ayres, disse que era uma honra receber tal reconhecimento por parte do IMA, um importante parceiro no desenvolvimento de pesquisas e extensão voltados a conservação e manejo dos recursos naturais. Falou da necessidade da parceria ser sempre “verde”, buscando novas alternativas para a solução de velhos problemas ambientais.
 
 
O Professor Cláudio Sampaio destacou, também, os 10 anos da criação da UFAL/Penedo e que o prêmio, também, demonstrava a importância da chegada da UFAL no interior. A atividade faz parte da programação do mês do Meio Ambiente, que esse ano tem o desenvolvimento sustentável como tema principal. Além disso, também comemora os 28 anos do órgão.
 

 

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A unidade de Penedo do Campus Arapiraca recebeu nos dias 24 a 28 de abril, a 9ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Estudo dos Elasmobrânquios (SBEEL). O evento teve ampla programação e tratou de diversos assuntos relacionados a conservação, genética, políticas públicas, comportamento, educação ambiental, manejo, entre outros. Foram apresentados 105 trabalhos científicos, além de cinco minicursos, seis mesas redondas e sete palestras.

Estiveram presentes na solenidade de abertura, o vice-reitor José Vieira, representando a reitora Valéria Correia; o coordenador da unidade de Penedo, Petrônio Coelho Filho; o diretor acadêmico do Campus Arapiraca, Arnaldo Tenório; o superintende federal da pesca no Estado, Alexandre Delgado; o secretário municipal de educação, Luciano Lucena, representando o prefeito de Penedo; o presidente da SBEEL, Ricardo Rosa e o professor Cláudio Sampaio, presidente a 9ª Reunião. Eles destacaram a importância do evento no cenário nacional e da presença da Ufal no interior alagoano, gerando oportunidades de crescimento.

 
Cristina Amorim
 
O Instituto Linha D'Água publicou, durante a reunião da SBEEL, um edital voltado a ações de sensibilização, educação e a divulgação científica relacionada aos tubarões e às raias. Desta forma, trabalhos que tenham forte interesse com estas temáticas poderão receber apoio. Todas as ações estão associadas a um plano nacional para conservação dos tubarões e raias ameaçados de extinção, e contará ainda com um trabalho de sensibilização dos pescadores e da sociedade sobre a importância dos elasmobrânquios e de sua conservação para a integridade dos ecossistemas marinhos.

Ao fim da 9ª Reunião da SBEEL foram deliberadas diversas recomendações ao Governo Federal, direcionadas aos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e Educação (MEC), além do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), relacionadas a conservação, fomento de ensino, pesquisa e extensão.

 
Cristina Amorim
 
Promovido pela SBEEL e unidade de ensino de Penedo da Ufal, a reunião recebeu 150 participantes de todas as regiões brasileiras e do exterior e também marcou a comemoração dos 10 anos de implantação da Unidade no Campus Arapiraca.
 
Texto: Jacqueline Freire
 

 

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