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Quarta, 25 Outubro 2017 00:00

Crochetando o fundo do mar

 
O Instituto Meros do Brasil em parceria com a The Hand Made e Museu de história Natural Capão da Imbuia, com o apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção a Natureza convidam para uma oficina de confecção de recifes de crochê. Maiores informações no banner abaixo. Corram são apenas 20 vagas por dia...e por ordem de inscrição. 
 

 

 

O Projeto Meros do Brasil é realizado pelo Instituto Meros do Brasil, com o apoio de diversos parceiros ao longo da costa brasileira, comprometidos com a conservação marinha em nível global.

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Ações de pesquisa contam com apoio da Fundação Grupo O Boticário!
 

 

Pesquisadores do Projeto Meros do Brasil, com ao apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, retomaram uma nova fase das atividades de pesquisa no litoral do Paraná nos dias 18 e 19 de fevereiro 2017.

 

Com o início das atividades, os pesquisadores seguem com o monitoramento e avaliação das populações desta espécie ameaçada, por meio de um trabalho de marcação/recaptura e coleta de material biológico. Transmissores acústicos são instalados e possibilitam o monitoramento dos meros através de receptores instalados na região. 

 

 

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Instituto Linha D’Água divulga o resultado do seu primeiro edital para Conservação de Tubarões e Raias.
 

Durante a IX Reunião da Sociedade Brasileira para estudos dos Elasmobrânquios – SBEEL, entre os dias 24 e 28 de abril de 2016 em Penedo (AL), o Instituto Linha D’Água lançou oficialmente seu primeiro edital: Conservação de Tubarões e Raias. Foram selecionados cinco projetos, que receberão ao todo, R$ 250 mil para atuar na sensibilização dos pescadores e da sociedade acerca da importância dos elasmobrânquios e de sua conservação para a integridade dos ecossistemas marinhos. O edital contou com recursos próprios do Instituto Linha D’Água e é a primeira chamada pública para fomento de projetos realizada pelo instituto.

Ao todo, foram submetidas 23 propostas de diferentes regiões do país. O maior número de projetos propostos veio da região Sul, destacando-se o estado de Santa Catarina com 5 propostas, onde a incidência de captura de elasmobrânquios é relativamente alta. Em seguida, destacam-se as regiões Sudeste e Nordeste, cada uma com 7 propostas submetidas. O estado com maior número de projetos enviados foi São Paulo, contabilizando 6 ao todo. 

O Instituto Meros do Brasil em parceria com a Universidade Federal de Alagoas aprovou o projeto "Conservação dos Elasmobrânquios ameaçados através de educação ambiental na APA costa dos corais e litoral de Alagoas, nordeste do Brasil".

 

Tubarão-lixa
Ginglymostoma cirratum Tubarão-lixa

 

A APA Costa dos Corais - APACC (maior unidade de conservação marinha do Brasil) possui municípios com um dos piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, não sendo coincidência a extinção local do peixe-serra, (Pristis pristis) nos ambientes estuarinos do estado e declínio acentuado de outras espécies de hábitos costeiros, como o tubarão-lixa (Ginglymostoma cirratum) e o panã (Sphyrna tiburo), outrora comuns na unidade de conservação. Considerando a urgência de melhorar o IDH e a importância da conservação de espécies ameaçadas de elasmobrânquios, a educação ambiental assume papel fundamental no desenvolvimento local e na conservação de tubarões e arraias. O presente projeto visa utilizar a educação ambiental para capacitar, conscientizar e sensibilizar comunidades nas regiões Norte, Central e Sul do litoral alagoano e APACC sobre a necessidade de conservar os ambientes e espécies ameaçadas de tubarões e arraias, tendo como público alvo escolas, operadoras de turismo e pescadores. As atividades se darão através de capacitação de professores, desenvolvimento de atividades didáticas, inclusive práticas, palestras, confecção e divulgação de material informativo sobre os elasmobrânquios.

 

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Apesar de criada a pouco tempo, a área marinha de exclusão da “Piscina do Amor” já mostra seus primeiros sinais de recuperação em Maceió.
 

Recentemente biólogos do Gerenciamento Costeiro do Instituto de Meio Ambiente – IMA/AL e professores da Universidade Federal de Alagoas, Penedo -UFAL realizaram mergulhos na Piscina do Amor e constataram que, apesar de alguns sinais de degradação devido ao longo histórico de poluição, pesca e turismo excessivos e sem controle, além da influência das mudanças climáticas globais (elevada quantidade de algas, com corais branqueados e doentes), o número e o tamanho dos peixes observados na Piscina do Amor são maiores que nas áreas próximas dela (Ponta Verde e Piscinas naturais da Pajuçara).

A Piscina do Amor continua a demonstrar a grande importancia nas áreas marinhas protegidas, com efeitos diretos na geração de emprego e renda (para pescadores, jangadeiros e agencias de turismo locais) pois, os peixes criados nessa região, ao sairem naturalmente dessas áreas marinhas protegidas repovoam áreas próximas, beneficiando assim os pescadores, além de atrair turistas que buscam nos mergulhos a diversidade de suas cores e formas.

Os mergulhos de monitoramento e fiscalização que vem sendo realizados pelo IMA/AL revelaram grandes supresas. Três espécies ameaçadas de extinção foram observadas na Piscina do Amor: os pequenos Neon (Elacatinus figaro), o Grama brasileiro (Gramma brasiliensis) e o gigante Mero (Epinephelus itajara).


Elacatinus figaro, neon (foto: IMA/AL)

 

Gramma brasiliensis, grama (foto: Cláudio Sampaio)Gramma brasiliensis, grama (foto: IMA/AL)


O Neon é negro com uma faixa lateral amarela, pequenino, não ultrapassa 6 cm. Já o Grama brasileiro é extravagante, pois tem a cabeça roxa, corpo rosado e cauda amarela, não ultrapassando os 15 cm de comprimento e pesando poucas gramas. Estas espécies, por terem pequeno porte, só chamam atenção dos mergulhadores mais atentos, enquanto o Mero apresenta colorido discreto, esverdeado ao marrom, com manchas escuras espalhadas no corpo. Todavia seu grande porte é o que impressiona (pode alcançar mais de 2,5 m de comprimento e 450 kg de peso)! O Neon é também conhecido como peixe limpador, pois retira parasitas e tecido necrosado de peixes maiores, sendo responsável pela saúde de peixes, como o Mero.

As ameaças a esses e outros peixes são os mesmos problemas que notamos quando vamos à praia: Poluição e pesca não manejada. A primeira compromete a qualidade das areias e águas da principal área de lazer dos alagoanos e turistas, enquanto que a segunda inviabiliza (devido a raridade e o tamanho cada vez menor dos peixes e preços cada vez maiores) o consumo de pescado.

 


Epinephelus itajara, o mero (foto: IMA/AL)

Comuns nos recifes alagoanos, o Mero, o Neon e o Grama brasileiro foram pescados até a sua quase extinção dos recifes costeiros e piscinas naturais de todo o Brasil. A pesca não poupava nem mesmo os pequenos peixes, agravando ainda mais a situação. Sem peixes adultos para desovar e repovoar as áreas de pesca e turismo, o prejuizo só tendia a aumentar com o passar dos anos.

Para maior segurança dos peixes, o Mero foi foto-identificado (técnica que utiliza as marcas naturais, incuindo manchas de seu colorido, que não se repetem, semelhante a impressão digital dos humanos) e segue monitorado pelo IMA e UFAL, contando com a parceria do Instituto Meros do Brasil, formando por especialistas nesses peixes e em sua conservação no Brasil, que no litoral de Alagoas desenvole estudos voltados a sua conservação, utilizando a educação ambiental e a ampla divulgação da legislação.

 

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